quarta-feira, 17 de dezembro de 2025

O PODER DO CONSUMO

O PODER DO CONSUMO
"As Agências Reguladoras foram criadas para proteger o mercado, por medo do Poder Público corromper as relações de consumo entre o cliente e o prestador de serviço. "


  As agências não existem para proteger o consumidor. Elas foram criadas por causa da desconfiança do mercado com o setor público,que não via segurança jurídica nos cumprimentos das obrigações contratuais e garantias legais nas relações de consumo.

O mercado seja ele financeiro, de bens, de commodities ou qualquer outro, só tem segurança se for regulado.

O Poder Público sem regulação, muda as regras toda hora e isso deixa as relações de consumo sem previsibilidade.

Esse é um jogo cruel.
O Poder Público se impõe, o mercado se protege e o consumidor  vive à mercê dos dois.

Quando eles se entendem, nem sempre é bom para o consumo.
Mas quando eles se divergem muito, o consumo leva  prejuízo ou pelo atraso na entrega  ou por inflacão do produto.

Ser consumidor,  exige muito esforço para analisar se o que está sendo consumido é compatível com a demanda necessária e a oferta justa.

Nem sempre o problema está no preço, e sim, na necessidade do produto.

O Poder Público é uma máquina arrecadadora, o mercado tem fome insaciável por rendimentos e o consumidor é a mola que gira a máquina.

O que faz o consumidor ser corresponsável por essa questão é exatamente, por ele ocupar as duas posições ao mesmo tempo.

Mas existe um tipo de consumidor, que ele apenas é vítima do processo e não tem nada haver com a criação; só com o consumo.

Imagine o consumidor de loterias esportivas ou jogos eletrônicos, que só consome.

Imagine as empresas que criam produtos viciantes para gerar dopamina na intenção de prender o consumidor ao seu produto.

Imagina os consumidores da fé, que entregam tudo na esperança de receber recompensa fácil milagrosa.

Imagina os consumidores dos mercados ilegais de entorpecentes .

Então o Poder Público que deveria cumprir a obrigação de proteger o consumidor não faz, mas, o impõe as suas regras e legaliza o ilegal com a única finalidade: arrecadar.

O consumidor não tem para quem apelar, pois o poder se impõe e o mercado só precisa da autorização do Poder Público para se proteger.

Isso só vai resolver com uma revolução.
Revolução intelectual.
O consumidor precisa revolucionar pela mudança de mentalidade, com uma educação na área financeira e de consumo.

O consumidor tem que revolucionar no estudo do produto para saber se o que está no mercado foi feito sob medida para ele ou para outra pessoa.

O mercado vive de demanda.
Em uma relação de oferta e procura.
Se tiver procura, vai ter oferta.
Se o consumidor não procurar, o produto acaba.

A inteligência do consumidor deve ser usada para se proteger.
Isso vale mais do que qualquer Agência Reguladora.

O mercado prática uma autofagia, quando a concorrência incomoda ou a oferta é excedente.

O Poder Público, promove uma autocontenção, quando percebe que houve exagero nas medidas aplicadas.

Já o consumidor, não tem nenhum mecanismo cultural de medição  para verificar quando as relações de consumo estão sendo danosas.

O mecanismo do consumidor para essa conteção, está fora da esfera do consumo.

Para o consumidor ser respeitado na sua dignidade humana, ele precisa ir para a esfera da política e implorar ao Poder Público, que atenda o seu preito.

As vezes o consumidor, tem que assumir o Poder Público, para defender a sua bandeira.

O problema é que pela natureza da esfera inserida, ele passa a concorrer com os interesses divergentes.

As vezes, se torna uma luta perdida pelo cansaço ou pela deserção.

Qual o solução?

Primeiro, é identificar quem é consumidor.
Depois , categorizar o nível de consumo: Se é por necessidade, por indução ou por compulsão.

Depois, criar um código de ética, entre si mesmo.
Onde aplica-se ao consumidor e ao fornecedor.

" Eu digo sempre, que o mercado dita as regras."

Da mesma forma, o consumidor dita as regras.

Existe um Código do Consumidor no Brasil.

Qual o defeito dele?

O defeito está na feitura.
Quem fez o código foi o Poder Público, e esse poder, não faz nada se não levar vantagem.

Quer um exemplo: Quando uma empresa que não cumpre o Código do Consumidor é multada, para quem vai a multa?
Para a vítima ou para o Poder Público?

Quer outro exemplo da máquina arrecadatória do Poder Público?

Se o contribuinte por forção de Lei, já paga as despesas dos salários dos servidores e juízes e toda mordomia do Poder Judiciário, então por que temos que pagar as custas processuais para reivindicar um direito?

Você pode perguntar: Como vamos fazer essa proteção do consumidor sem o Poder Público ou as Agências Reguladoras?

Simples.
Assumindo o ônus da organização do consumo e fiscalização da demanda.

domingo, 19 de outubro de 2025

O STF CUMPRE A LEI

O STF cumpre a lei, assim como todos os poderes constituídos cumprem a Constituição.
As narrativas criadas para fazer o povo acreditar que as instituições estão agindo de forma ilegal fazem parte do jogo político.

Se não vejamos: a reclamação dos políticos é de que o STF não cumpre a Constituição brasileira, mas quando o STF aplica suas regras no espectro da direita, a esquerda acha ruim, e quando o jogo é invertido, a reclamação muda de lado.

Na verdade, o que o STF faz é ter o rito próprio para aplicação das leis, assim como o Poder Executivo tem o seu próprio rito na aplicação da mesma lei e o Legislativo, por sua vez, tem suas regras próprias.

O rito diferente não quer dizer que a lei não esteja sendo aplicada.

Quando um político desvia recursos públicos usando a própria lei, ele, na verdade, formaliza um processo com um rito errado.
Quando um juiz analisa o rito processual desse desvio de recurso, ele aplica o rito legal de acordo com o entendimento de outro poder: o Judiciário.

Quem cria os ritos do Poder Executivo é o Legislativo, e quem cria o rito do Poder Judiciário é o seu próprio ente.

“O Poder Judiciário não é só um poder, devido à falha na Constituição, ele se tornou um Supremo Poder.”

O Poder Legislativo cria leis eleitorais, mas quem regulamenta essas leis é o Poder Judiciário.
O Poder Legislativo cria até emendas à Constituição, mas quem diz se vale ou não é o Poder Judiciário.
O Poder Executivo só tem poder de executar, mas não tem poder de fiscalizar, controlar ou se autojudicializar.

A corrupção financeira normalmente vem do Poder Executivo, por ser o gerente do orçamento, mas a corrupção da moral e dos bons costumes vem do Legislativo, que cria as regras — inclusive as orçamentárias.

A corrupção das leis vem do Judiciário, pois é ele quem cria a aplicação das regras.

Se o Poder Judiciário fosse cumprir as leis como querem todos os poderes, os presídios estariam lotados só de políticos e agentes públicos.

O povo não consegue mudar essa realidade, pois o povo é cego e analfabeto político.

Quando o assunto é importante, a grande massa não discute o tema, pois não entende ou é corrompida na sua maneira de pensar devido à propaganda da máquina dos interessados em manter seus quinhões.

No Brasil, reclama-se muito quando um Presidente da República vai nomear um ministro do Supremo Tribunal Federal.
O opositor ao presidente sempre alega que a escolha é pessoal e que a avaliação é feita pela amizade. Mas alguém acharia que um político indicaria para um cargo que possivelmente iria julgá-lo no futuro, um inimigo em posição de poder?

Então a falha não está no presidente, e sim na Constituição.
Mas, em uma eleição nacional, nunca se trata desse assunto, pois este é o tipo de tema que não interessa à grande massa.

“E tudo que não interessa à massa, interessa ao corrupto.”

Uma Constituição feita por leigos vai se tornar falha.
Uma Constituição feita por corruptos vai se tornar corrompível.
Uma Constituição feita por técnicos vai se tornar aplicável tecnicamente.

Na ciência do direito, a lei tem que ser reta e sem viés. Mas como a massa é orgânica, precisa que a regulação seja também orgânica.
Só que, como existe uma falha na Constituição atual, onde as leis e as regras também são técnicas, na hora da aplicação dessas regras, mudam-se os entendimentos de acordo com cada julgamento.

Isso, além de causar uma falha no mecanismo do sistema judiciário, é um prato cheio para a usurpação de poder.

Para resolver todos esses problemas, seria necessário uma geração inteira sendo educada de maneira técnica e pedagógica.
Mas a política corrompeu a educação, tirando os ensinos essenciais e colocando doutrinação ideológica.

Essa falha não se construiu dentro de um dia ou de uma década; ela foi fabricada pela mente perversa de quem deseja usurpar o sistema.

Os interesses de nações estrangeiras fizeram com que se dividisse um povo para que pudesse ser manipulado com mais facilidade.
Destruiu-se a alfabetização, mudando a língua de uma nação.
Depois, destruiu-se a cultura de um povo, trazendo diversidades culturais e miscigenando os ritos e ritmos dos povos originários.

Destruiu-se a autoestima de um povo, usando a máquina para inserir propaganda na mentalidade da nação, onde o estrangeirismo valeria mais do que o nacionalismo.
Usou-se a comunicação de massa para criar entretenimento na linha doutrinária, tentando fazer com que os costumes e a moral fossem, aos poucos, pervertidos.

Talvez o último golpe que o sistema corrupto tenta aplicar seja pervertendo a igreja, dividindo-a em grupos diversos.

A falta de inteligência dos líderes religiosos leva-os a brigarem entre si.

“Uma igreja só segue um político porque ela não tem política própria.”

É a lei da oferta e da procura.

Se um político corrupto convidar um pastor honesto para apoiá-lo, com certeza ele não aceitará.
Se um pastor corrupto procurar um político honesto para apoiá-lo, com certeza o político honesto não aceitará.
Mas, se um político honesto procurar um pastor honesto para apoiá-lo, com certeza esse pastor honesto aceitará.
E se um político corrupto procurar um pastor corrupto para apoiá-lo, com certeza esse pastor corrupto aceitará.

Deus faz essa pergunta a Amós: “Podem duas pessoas andarem juntas, se não estiverem de acordo?”

Por isso, não culpe o político corrupto que você vê ao lado de um pastor.
E nem culpe o pastor que estiver ao lado do político corrupto.
Apenas ore por eles e desvie-se deles.

Nessa mesma ordem, o eleitor corrupto não gosta do político honesto, pois o político honesto ofende a alma do eleitor corrupto.

O eleitor honesto quer igualdade de oportunidade, reivindicando o direito para todos.
O eleitor corrupto procura privilégios, facilidades, benesses e coisas para o seu próprio proveito.

Resumindo: o erro do STF está nas leis feitas por políticos corruptos, que são eleitos por eleitores corruptos.

E a corrupção não é exclusividade da direita nem da esquerda. Ela é genética e democrática, estando acessível a toda esfera de poder.

segunda-feira, 21 de abril de 2025

A REFERÊNCIA


Quando você se torna referência no mercado pela credibilidade, não importa qual o seu ramo de negócio, o sucesso está garantido. 

Em tempos em que o monopólio da informação não existe, o carrida para o sucesso ficou mais acirrada.

Muitos busca a exclusividade das informações e outros a rapidez da notícia, mas o segredo do sucesso não está em nenhum dos dois.

É de se notar, que o consumidor de informações não se alimenta de uma fonte só, isso mostra que a exclusividade não tem valor de mercado.

Outra coisa é que, quem deu a primeira notícia, apenas abriu o gatilho da informação, mas a mesma notícia só será validada, após a checagem com outras fontes. Então a velocidade da informação perde força pelo freio da checagem.

Não significa que a exclusividade e a rapidez não tenham as suas vantagem, mas esse não é o alvo do sucesso.
Quanto mais concorrência e quanto mais demanda por informações, embaralha a percepção humana e amplia o mercado.

Aí nasce o ponto primordial do sucesso.

O mercado de Informações busca credibilidade. 
Quanto mais credibilidade, mais sucesso terá.

Quem se aperfeiçoa em fornecer credibilidade, está credenciado  ao sucesso.

A credibilidade não está associada a rapidez da informação ou a exclusividade da notícia.
 A credibilidade está associada à eficiência das informações narradas nos fatos.

Quem dá a notícia depois dos outros, se faz obrigado a fornecer detalhes que os outros não viram.

É preciso se a ter a fidelidade do que vê, sem viés ideológico.

É preciso saber diferenciar o que informação e o que é opinião.

Tem público para tudo, mas nem sempre está na mesma sintonia.

Respeitar as opiniões alheias é tão importante quanto querer ser respeitado. 
É ser fiel aos fatos, é ser honesto com quem consome as informações.

Se você puder fornecer informações com rapidez, evclusividade e credibilidade, ótimo. 
Você atingiu o ápice do sucesso. 
Mas se tiver de escolher uma das três alternativas, escolha credibilidade. 
Lembre-se que credibilidade está ligada a um processo que passa pelo crivo do tempo. 

O tempo é o teste que o mercado precisa para validar se a credibilidade é duradoura ou passageira. 

Ter acertividade nas informações não significa que você tenha alcançado a credibilidade. 

A credibilidade está sujeito mais a aprovação do consumidor do que a sua eficiência. 
Mas você não consegue aprovação do mercado, sem eficiência. 
A eficiência é que vai fazer você alcançar a credibilidade e depois que você alcançar a credibilidade, você não vai querer perder a eficiência. 

As vezes a eficiência tem um custo muito alto. 
Isso dificulta quem busca credibilidade. 
Mas existe uma vantagem para quem alcança a credibilidade, ele pode otimizar custos. 

Quem consegue credibilidade, ganha o mercado. 

É impossível alguém ganhar o mercado inteiro. 

Para manter a eficiência é preciso definir nincho de atuação. 

Quando você quer atingir todo mercado, você sem perceber está mudando o foco da credibilidade e indo para o monopólio. 

O monopólio atua em dois canais: Um da exclusividade e o outro da parceria, desde que essa parceria não o tire a supremacia das decisões. 

O monopólio é averso a eficiência, por isso não atinge a credibilidade. 

O sistema de governo estatal é monopolista, por isso não tem eficiência. 
Se o sistema de governo fosse mantido por contribuições voluntárias ou com demanda de mercado por eficiência, ele quebraria por falta de recurso. 

O sistema de governo só se mantém por que impõe os seus serviços e cobranças arbitrários. 

O sistema de governo quando busca eficiência, se espelha no seguimento privado, por que na sua cast não existe referencial.

No mercado o setor menos avaliado em credibilidade é o setor  público. 
Então o nosso referencial terá que ser os pensadores do mercado testado e aprovado, acompanhado de muita pesquisa qualitativa. 

Com tantos problemas existências e com a velocidade das informações, vender solução é o que mais se aproxima da demanda atual. 

Se precisamos de soluções para a área financeira, tecnológica, psicológico e até mesmo religiosa, então não tem como ganhar mercado sem alcançar a credibilidade. 

Quando você se torna referência no mercado pela credibilidade, não importa qual o seu ramo de negócio, o sucesso está garantido. 


sexta-feira, 18 de abril de 2025

A MENTE HUMANA

@GilenoCerqueira

Entender a sua mente é mais importante que entender a mente dos outros. Pois se você não entender a sua, poderá se influenciar pelos outros. 
Quem controla a mente controla tudo. 

Quanto mais você tem domínio de sua mente, mais sábio você fica. 

Uma sociedade que pensa é uma sociedade livre. 

Os que não pensam, são dominados pelos que pensam. 

Quando você pensa, você descobre que é livre por natureza e escravo dos seus próprios pensamentos. 

O pensamento é tão importante  e seguro, que não existe ser humano ou sobrehumano que consigam invadí-lo. 

Para saber o que você pensa, vai ser preciso você falar e a chave do seu segredo é a língua. 

E por que existe os adivinhos desde a antiguidade? 

Desde que o mundo existe, sempre existiu inteligência e sabedoria na terra e o ser humano ou sobrehunano é capaz de fazer leitura da sua personalidade de acordo com os traços que você oferece ou das crenças que você professa.
 
O ser humano é dotado de apetidões e desejos e isso faz inalar ao observador os traços de sua personalidade. 

Não é difícil adivinhar o passado de que se expõe muito e não é difícil adivinhar o futuro de quem fala de seus desejos. 

O ser humano é dominado por dois fatores: O prazer e o medo. 
Quem expressa o medo se expõe ao perigo e que revela os seus desejos fica vulnerável ao engano. 

Quando você conhece a sua mente a primeira coisa que você descobre é, que pela perfeição e complexidade do que está dentro dela, não pode ser fruto do acaso e sim, feitura de um autor inteligente dotado de muita sabedoria. 

Se o acaso construísse algo positivo o mal não existiria, pois o bem e a sabedoria só pruduzem coisas boas e o mal tem muito haver com a existência da deterioração da criação e a entrega dos seus frutos ao acaso. 

Uma sociedade que pensa, não se escraviza e nem escraviza as outras. 
O respeito aos grupos e raças tem a ver com uma sociedade que pensa. 

Defender território é um instinto e isso não tem a ver com pensamento e sim, com impulso  espontâneo e as vezes inconsciente. 

Quem pensa, respeita quem pensa e serve de guia para quem não pensa. 

Bom seria que todos pensassem e vivessem de acordo com seus próprios pensamentos. 

Mas como muitos nem sabem da importância de pensar, se prendem aos que pensam e vivem escravizados por regras que os oprimem com títulos de libertação. 

Para organizar os que não pensam, a sociedade se dividiu em quatro grupos pensantes:  O grupo da religião, da política, da psicologia e dos influenciadores. 

Os que pensam no bem, evoluem uma sociedade para o aprendizado do pensar. 

Os que pensam no mal, escravizam uma sociedade com regras que os impedem de pensar. 

Quanto mais controle um desses grupos cria, mas poder exerce sobre eles. 

Quando os quatro grupos se juntam com o mesmo propósito, tornam-se irresistíveis. 

Se o bem ou o mal vai dominar a sociedade que não pensa, depende da inteligência e vontade de vencer de cada espectro envolvido. 

Nessa luta não tem meio termo, o espectro que dominar os que não pensam, vai dominar também os que pensam, seja do bem ou do mal. 

Nunca deixe ninguém controlar os seus pensamentos e nunca entre em concordância com quem pensa fora do seu espectro. 

O bem nunca concorda com o mal, pois os dois são antagônicos. 

O mais forte sempre vai vencer os mais fracos, mas nem sempre o mais forte é a maioria. O mais forte é o mais inteligente. 

Tudo começa na mente, é na mente que existe o nosso campo de batalha. 

Um ser humano inteligente e sábio pode dominar um grupo inteiro e ainda mandar em toda sociedade que não pensa. 

Quando mais prazerosa for a ajuda recebida, mais dano pode fazer a uma sociedade. 

Não se forma um líder em leito de ouro e nem com banquetes exuberantes. 

Um guerreiro só está pronto para vencer, quando vence a sua própria natureza a má e tenha consciência dos riscos que corre e das responsabilidades que tem. 

Um líder deve está sempre pronto a perdoar e agregar os seus convertidos. 

Um líder deve planejar o antes, durante e depois da guerra antes de guerrear. 

Todas guerras tem que ter o objetivo de promover a paz, se não, ela se torna um combustível para os opressores. 

Nunca confie em um líder que não tenha um conselheiro e nunca confie em um conselho que seja formado por um único líder. 

Quer saber o final de um projeto, é só analisar o que fundamenta os seus princípios.
 
Quem olha beleza se perde em não atentar para o seu conteúdo. 

Tenha mais cuidado com os sábios do que com os tolos. 
Os tolos se embaraçam em si mesmo, mas os sábios, se desviar do bem, poderá dominar até os seus iguais. 

@GilenoCerqueira 
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terça-feira, 18 de fevereiro de 2025

O QUE DOMINA O HOMEM?

O QUE DOMINA O HOMEM?

Você já parou para pensar no que te domina?

Você usa critérios de valor para fazer escolhas corretas?

Fique sabendo que quando as suas decisões são guiadas por princípios, elas são inabaláveis.

Aquilo que você elege como primordial na sua vida, só se tornará sustentável se for firmado em algo que seja mais duradouro ou eterno que a sua escolha.
Por isso, o certo é você fazer tudo baseado na palavra de Deus, pois não tem nada mais duradouro ou eterno que o próprio criador do universo.

Assim quando vier a fome, você diz a você mesmo: Não só de pão viverá o homem, mas sim, de toda palavra que sae da boca de Deus.
Quando vier o desejo desenfreado por sexo, você diz a você mesmo, o sexo não é mais importante que a santidade.
Quando vier o medo, a tempestade ou qualquer tipo de provação, você vai sempre ter na palavra de Deus, uma resposta clara para cada pergunta existencial.

Sendo assim, a leitura da bíblia é uma necessidade para educar o seu cérebro a resistir de forma firme as adversidades.

O ser humano é dominado por duas áreas da vida: Pelo medo ou pelo prazer.
Tudo aquilo que dá medo ou prazer, prende o ser homano.
Deus disse a Caim: O pecado está a sua porta, cabe você dominá-lo.
Então tudo que dá medo ou prazer é pecado?
Claro que não.
As coisas de Deus também dá medo e prazer.
Jesus disse, não tenha medo de nada, tenha medo de Deus. E o prazer é um fruto do Espírito de Deus.
Por isso você deve ser guiado pela bíblia para temer a Deus e ter prazer nas coisas de Deus, por que esse temor é por si só prazeroso e nos leva a ser eterno.

O Salmista Davi disse: Feliz o homem que tem prazer na Lei do Senhor e nessa Lei, medita de dia e de noite.
O homem natural tambem tem medo e prazer. Só que o medo dele é o medo das suas incertezas, das suas inseguranças e das suas cegueiras do futuro.

Também o prazer deste homem natural, são prazes momentâneos e muitas vezes, fruto daquilo que na verdade deveriam ter medo.

Essa inversão da ordem, é fruto do engano que o adversário de Deus, planta no coração dele para que ele não tenha conhecimento do Eterno e nem do duradouro.

O certo é que você nasceu para ser feliz e dominar todas as coisas.
Mas você não tem o domínio de todas as coisas, por que você não sabe dominar nem as suas próprias coisas.

A primeira coisa que você deve dominar é a sua própria vontade e a segunda, os seus medos.

O Apóstolo João disse: onde existe medo, há pecado. Por que o verdadeiro amor, lança fora todo medo.

Isso é muito profundo.
 Na verdade nós temos medos de nós mesmos, pois o maior medo não é de errar e sim, de ser castigado.

O medo do castigo é o que nos leva a temer a Deus e o temor de Deus, nos leva ao arrependimento e o arrependimento, nos leva ao perdão de Deus e o perdão de Deus, nos leva a salvação eterna.

Não tem como um homem ligado a Deus tem dois tipos de ações: Do homem natural e do homem espiritual.
O homem espiritual é indivisível de Deus e faz aqui na terra, igual o que é feito no céu.

Por isso que o homem espiritual é diferente em tudo do homem natural. 
Até a aparência do homem espiritual muda, quando ele nasce de novo.

É bom entender, que todo homem nasce natural e só se transforma em espiritual, quando nasce de novo.
Qualquer pessoa pode ser tornar homem espiritual, se nascer de novo.

Em todas as áreas da vida o homem espiritual pode agir.
No comercio, na igreja, na política, na filantropia ou qualquer lugar.

O homem espitual é livre para agir e dominar tudo, ele só precisa esperar o tempo de Deus.

Nós últimos tempos de vida na terra, o mundo será dividido duas esferas: A espiritual e a natural. 
Os espirituais vão dominar os naturais.
 Mas haverá um tempo, onde os naturais vão dominar sozinhos, pois os espirituais vão sumir da terra. 

COMO DOMINAR TUDO? 

Comece dominando o seu espírito. 
O homem que não tem nominio próprio não pode dominar nada. 

A segunda coisa para você dominar tudo, é consertando as suas intenções. 
Se as suas intenções forem malignas, por que Deus te daria os seus amados para você dominá-los? 

A outra coisa não menos importante, é esperar ser chamado para a função de dominar. 

Todos que dominam são dominados por um ser superior a eles, ou das trevas ou da Luz. 

Quem te escolheu é o teu garantidor. 

Você por mais que domine, não domina por você mesmo. 

Você é eleito a dominar. 

Quem abusa do domínio, perde o domínio. 

Quem perde o domínio, também  perde o poder. 

Por isso, o mais importante de todos os domínios, é o domínio próprio. 

A bíblia diz: Que quem não sabe governar a sua própria  casa, não pode governar a casa de Deus. 

Se não sabe governar a sua casa, acredita que saberá governar uma cidade ou um país? 

Então de hoje em diante, vamos viver debaixo do nosso próprio domínio e buscando o poder na  palavra de Deus. 

@GilenoCerqueira
@GilenocomGdeGoverno