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Não se pode negar que o Brasil está crescendo em alguns setores da economia e que o FMI (Fundo Monetário Internacional) tem reconhecido esse avanço.
Essa mesma entidade tem alertado para o gargalo do crescimento do país e alega a infraestrutura como o maior problema.
Isso é chover no molhado, quando só mostra os índices de crescimento e os problemas enfrentados.
Falta mostrar o que fazer?
É isso que a ASPOBRAS vai dizer para o Brasil atual e o futuro.
O QUE O BRASIL DEVE FAZER PARA FUGIR DA CRISE DOS EUA?
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A receita é mais simples do que se imagina.
O Governo do Brasil, tem que combater a corrupção que é um ralo sem fim.
E o comercio tem que se profissionalizar em comercio exterior.
A corrupção é o maior gargalo do crescimento, muito mais do que a infraestrutura do país.
O Governo do Brasil está combatendo a corrupção com muita modéstia através da Policia Federal em várias frentes de operações, só que empaca no Poder Judiciário com entraves burocráticos, ineficiência de pessoal, lobe de advogados e a lentidão do Ministério Público.
Se não tiver uma Reforma da Ordem Jurídica no país, vamos ver os nossos netos com os mesmos argumentos.
Alem disso, o Governo do Brasil, faz denuncia seletiva para não atingir aliados.
O Governo do Brasil, tem aliados históricos que se fossem condenados e os seus descendentes tivessem de pagar pela pena, teria de ser preso até a quarta geração.
São tantas Leis de combate a corrupção que o próprio judiciário se enquadra nela.
O MP não consegue ser transparente nas suas compras e quando é, não existe diferença entre as compras do MP e dos poderes que ele denuncia.
O MP verifica critérios técnicos que os Tribunais de Contas já fazem isso e denuncia no atacado e absolve no varejo e assim, acaba promovendo uma injustiça.
O MP não ganhou o respeito dos poderes e sim, o temor.
Todos os políticos até os honestos têm medo do MP.
Eles (os políticos), criaram um Monstro Institucionalizado e agora não tem predador para ele.
É como se um cientista criasse um Dinossauro num laboratório e não tivesse o controle sobre ele.
COMO RESOLVER ISSO?
Só com uma verdadeira Reforma do Sistema Politico e dos Poderes.
QUEM SE ATREVE A FAZER?
A ASPOBRAS a cada dia avança no Brasil e no Mundo, lançando as suas idéias e está montando um exercito sem armas em todo planeta, através da Political Organization of the World Government.
MAS COMO RESOLVER A CRISE FINANCEIRA MUNDIAL?
O comercio tem que está alinhado com o governo no mercado exterior.
O governo é o cartão postal da industria e comercio de seu país.
O governo é o garantidor das promessas da iniciativa privada.
Mas se o governo é corrupto, quem vai confiar num fiador ladrão?
Não existe possibilidade de nenhum país sair de nenhuma crise se não combater a corrupção.
Sem a corrupção o BNDES vai financiar todos e não alguns privilegiados.
O BNDES poderá financiar do Empreendedor Individual a Grande Industria.
O Governo do Brasil poderá até dizer que já está fazendo isso, mas como?
Um caso clássico é em Rondônia.
O Governo do Estado criou uma nova modalidade de banco.
Ele chama de Banco do Povo.
Na verdade não é um banco, o mercado financeiro não o conhece e ele não pode operar no sistema, seria um tipo de banco clandestino.
Na verdade se trata de um fundo, um dinheiro do contribuinte que o governo criou uma rubrica e destinou para ação social e desenvolvimento.
Só que ao invés de fazer isso de forma direta, ele terceirizou para uma ONG, que por sua vez, terceirizou para uma cooperativa de crédito.
E num jogo de compadre e comadre com o dinheiro público, eles escolhem sem licitação os prédios, mobiliários e logística que o caso requer numa paternidade de ações.
Se as aberrações terminassem aí, tudo bem.
Só que depois desse passa e repassa do dinheiro publico o que sobra para as ações o contribuinte terá que pagar juros de agiota na aquisição do dinheiro, sem nenhum critério sistemático de avaliação.
O critério é avaliado por agentes contratados para o devido fim e escolhido a seu bel prazer quem será o beneficiário ou não.
Isso dá margem para dúvida da transparência e leva a crê que num período eleitoral existirá a facilidade ou a dificuldade de tal aquisição, dependendo do partido do contribuinte.
Estou sitando um caso de Rondônia e atual na cara do MP e ele não rege.
Imagine quantos golpes desses existem no BNDES e outros bancos mais.
Só para termos uma ideia, o juro mensal de tal Banco do Povo de Rondônia, é de aproximadamente 2% (dois) por cento ao mês.
A PERGUNTA É?
Devido a tão altos juros, levando-se em conta que o tal banco recebe de graça o dinheiro do próprio erário público: pra quem vai o rateio do superávit financeiro?
Com a resposta o MP.
Vamos nos preparar para enfrenta a crise, fazendo o dever de casa.




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