segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

CADÊ O LÍDER?

A GRANDE POTÊNCIA E A 
GUERRA EM SUDÃO DO SUL
Dilma Rousseff

O Brasil poderia ter evitado a guerra civil de Sudão do Sul se o governo já fosse da ASPOBRAS.

Há um ano que a ASPOBRAS vem pedindo ajuda ao governo do Brasil para intermediar um dialogo entre os dois principais líderes daquela nação.
M. Bejamin, Salva Kiir  e Riek Machar (todos de ternos)

A presidenta Dilma Rousseff, se recusou a um encontro entre o vice-presidente Riek Machar no começo da crise em Sudão do Sul, promovido pela ASPOBRAS.














RES: REUNIÃO EM CARÁTER CONFIDENCIAL/ ASPOBRAS/SUDÃO DO SU

Luiz Rodrigues De Oliveira <luiz.rodrigues@camara.leg.br>
13 de ago
para gilenocomgdego., mim, gelenodedeus, Mariton
Senhor Gileno,

A pedido do Deputado Padre Ton fiz uma breve análise no material encaminhado. Manifestações dessa natureza entre Estados-Nação devem observar protocolos diplomáticos, por esta razão sugiro que a ASPOBRAS faça uso do mecanismo criado pela Câmara dos Deputados para acolher sugestões de entidades da sociedade civil no processo de elaboração legislativa. Trata-se da Comissão de Legislação Participativa, que recepciona sugestões do público. Para tanto, encaminho abaixo o link para acesso aos formulários de inscrição e cadastramento de sugestões.


Att,

Luiz Rodrigues de Oliveira
Assessor do Deputado Padre Ton

De: Maria Aparecida de Souza Gomes
Enviada em: terça-feira, 13 de agosto de 2013 11:28
Para: Luiz Rodrigues De Oliveira
Assunto: ENC: REUNIÃO EM CARÁTER CONFIDENCIAL/ ASPOBRAS/SUDÃO DO SUL



De: Mariton Holanda [mailto:dep.padreton@hotmail.com]
Enviada em: terça-feira, 13 de agosto de 2013 11:16
Para: Maria Aparecida de Souza Gomes
Assunto: FW: REUNIÃO EM CARÁTER CONFIDENCIAL/ ASPOBRAS/SUDÃO DO SUL


































O Brasil que se prepara para ser uma grande potencia mundial, não pode se recusar a intermediar conflitos regionais, ainda que seja em outro continente.

O Brasil tem uma dívida histórica com o Continente Africano e não pode ignorar as necessidades daquele povo sofrido.

Mas o atual governo do Brasil não está preparado para liderar grandes questões, pois a sua visão míope, só enxerga o seu próprio umbigo.

A ASPOBRAS ver que o Brasil tem recursos para evitar a guerra civil em Sudão do Sul.

Nós temos tudo que o Sudão do Sul precisa: alimento e empresa petrolífera.

A Petrobras não está desvalorizada e sim, mal gerida.

Compra mal e vende mal e quando tem oportunidade de expandi o seu mercado não entra por falta de visão de um governo a sua altura.

Quanto a Sudão do Sul: não se trata de o Brasil tomar posição de qual lado ficar, mas de resolver a grande questão da briga.

A ASPOBRAS não nega as divergências étnicas e tribais daquele país, mas tudo é por falta de um líder neutro que possa intermediar com poder de barganha e que tenha identidade com esse povo.








 DA POLITICA EXTERNA DA ASPOBRAS:
ESTATUTO DA ASPOBRASO segundo país que a ASPOBRAS reconhece como nação soberana e referencial do continente africano é, SUDÃO do SUL.
SUDÃO do SUL, será o país em que a ASPOBRAS terá relações estreitas de acordos cooperados nas áreas comerciais, culturais e intelectuais. 
SUDÃO do SUL será o país referencia do continente africano em que a ASPOBRAS, desenvolverá o seu Programa de Combate a Fome (PCF).
A ASPOBRAS intermediará com todas as esferas de governo o intercâmbio com SUDÃO do SUL e instalará a sua primeira Embaixada Internacional para desenvolver a sua política externa própria como modelo único de restauração da economia Global. 
A ASPOBRAS, defenderá na ONU os direitos comerciais e humanos de SUDÃO do SUL.
A bandeira politica, social, humanitária e econômica de SUDÃO do SUL, será a bandeira da ASPOBRAS.
A ONU é omissa e funciona como um balcão de protocolo burocrático e desmancha em discursos inúteis que nem eles mesmos acreditam no que dizem.

É por isso que os EUA ignora a ONU na hora de tomar as suas próprias decisões.

A ASPOBRAS sabe que o governo brasileiro não tem competência para resolver o problema de Sudão do Sul, por isso é que se coloca a disposição do governo para ser um canal de negociações.

Agora a UNO está apelando para o vice e o presidente daquele país voltem a conversar, mas não se importou quando o presidente Salva Kiir, destituiu o seu vice-presidente Riek Machar e ignorou a crise futura.


Não é verdade que Riek Machar tentou da golpe de estado no governo de Salva Kiir.
Acontece que os dois líderes fizeram um acordo de cessar fogo endossado pela ONU em que os dois líderes iriam se respeitar mutuamente.
E quando o governo de Salva Kiir, rompeu o acordo o povo tribal da etnia de Riek Machar (NUER), se sentiram traído e quiseram vingança.

O Reik Machar, até tentou evitar o conflito armado, mas diante da intolerância do presidente Salva Kiir,  liberou o seu povo para agir de acordo com a sua vontade.

A esperança da ASPOBRAS é que as grandes potencias encontre uma saída urgente e definitiva para o problema.

Mas ao mesmo tempo lamenta que o Brasil não ajude Sudão do Sul e não faça parte de uma parceria comercial que tanto elevaria o Brasil a posição de grande potencia mundial.

O presidente Barack Obama, assumiu a ponta das negociações e ele é muito querido na região.
Só que a ASPOBRAS teme pelo futuro, uma vez que o governo do Obama, em breve termina e os EUA não tem um líder a sua altura para intermediar conflitos e os outros lideres mundiais são de regimes comunista e ditatoriais e isso seria uma péssima influencia para Sudão do Sul.

A ASPOBRAS em breve assumirá o poder no Brasil, mas até isso acontecer vamos ter que conviver com lideres fracos, tímidos e sem visão global.

É muito fácil fazer discurso no velório de Nelson Mandela, a ASPOBRAS quer ver é: intermediar conflitos entre povos, tribos e nações.

Para finalizar apelamos mais uma vez para a presidenta Dilma Rousseff, que se digne em atender o nosso pedido e nos ajude a evitar uma guerra civil em Sudão do Sul.

A ASPOBRAS disponibiliza o seu canal internacional a Political Organization of the World Governmet e coloca o seu representante legal de Sudão do Sul para mais informações e caminho da paz.


Feliz 2014 para o Brasil e Sudão do Sul.

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